Livros de culinária, de presente!

Minha sogrinha Suzana, super antenada, andou lendo este post da nossa querida Nina Horta.

Vou reproduzir aqui um trechinho:
“…O nome do restaurante é Ottolenghi, num pequeno espaço em Notting Hill, Londres. Mas queremos falar aqui é do livro, e o livro foi escrito em 2002.
Ottolenghi e o sócio queriam começar com estas palavras: “Se você não gosta de limão e alho, pule para a última página”.
As receitas são das mães e avós, ou melhor, lembram o lugar onde foram criadas. Ao folhear o livro pela primeira vez, não se desconfia que pende muito para o vegetariano.
Um bom livro de receitas é aquele que te ensina a cozinhar. Com a repetição, se aprende o jeitão do chef. E, num repente, depois de umas quatro receitas bem obedecidas, você intui o que o autor faria com aquela batata-doce que está nas suas mãos. E então está livre para criar sua batata-doce à Ottolenghi.
Esses dois autores sabem muito bem do que gostam e se apoiam muito nos ingredientes, o que não é novidade nos tempos de hoje. E querem tudo o mais simples possível. Já não estamos mais no tempo da sofisticação das tortas trabalhadas, das aves encaixadas uma na outra. Queremos uma bela berinjela recheada, um pão, um vinho e pronto.”

Ela, então, comprou os livros na Amazon e os deu de presente para mim. Não preciso nem dizer que amei, né?
Plenty (R$ 30,15; na Amazon) e Ottolenghi: The Cookbook (R$ 38,50; na Amazon), os dois de Yotam Ottolenghi, editados pela Ebury Press.

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